terça-feira, 20 de novembro de 2012

Inversão Térmica II


Por se tratar de um fenômeno normal, o homem não tem ferramentas contra o referido fenômeno. As consequências são desastrosas quando somado à poluição, com danos quase irreparáveis à saúde humana. Ocorre principalmente em grandes centros urbanos, como se a natureza iniciasse um processo de punição aos poluidores.

A Inversão Térmica pode ocorrer em qualquer dia do ano, o inverno é a estação com mais incidência do fenômeno pelo simples fato da ausência quase total de chuvas, quando isso ocorre agrava ainda mais o problema. Ao notarmos nas grandes cidades uma camada acinzentada no horizonte a referida camada é composta de poluentes e gases tóxicos, ocasionados pela queima de combustíveis fósseis atingindo a saúde do homem.

Com capacidade de autodepuração finita da atmosfera terrestre e a poluição cada vez mais crescente, podemos pontuar os problemas de saúde causados pelo fenômeno. Sendo que os problemas de saúde mais comuns são: cansaço excessivo, quando as crianças têm contato com a camada de poluente desencadeia doenças respiratórias e agravam de forma séria as doenças como asmas e bronquite.
Durante o sec. XX ficaram registrados alguns acidentes, ocasionados pela inversão térmica, sendo eles: em 1930 ocorreu a Inversão Térmica no Vale do Mosela - Bélgica, ceifando a vida de 60 pessoas. Na cidade Donora - Pensilvânia nos Estados Unidos, em 1948 causou a morte de 20 pessoas e seis mil pessoas desenvolveram doenças respiratórias. Em Londres estima-se que morreram 4.000 pessoas em 1952 e em 1962 outras 700 pessoas morreram vítimas de Inversão Térmica. Lamentavelmente o mais recente acidente se deu em 1984 com morte de duas mil pessoas em Bhopal na Índia.
O Brasil não fugiu à regra, onde tem grande concentração de poluição atmosférica,ocorreu na cidade de São Paulo em 1972 quando a cidade ficou totalmente coberta por uma névoa.



Nenhum comentário:

Postar um comentário